Fundação Mário Penna
Hospital Mário Penna
Casas de Apoio
Central de Doações
Área Médica
 
 
Palavra dos Presidentes
Missão
Histórico
Conselho Curador
 
Prestação de Contas
 
Faça uma doação
 

Tudo começou com um espaço – precário e improvisado – que o governo do Estado destinava a pacientes em estado terminal de câncer.

O local era chamado de “depósito”, porque ali os internos só esperavam a morte, não tinham esperança. Era fechado às seis horas da tarde e reaberto ao amanhecer, para a retirada dos corpos das pessoas que haviam morrido durante a noite, sem nenhuma assistência.

A Fundação Mário Penna buscou na sensibilidade humana a força para seguir em frente. Se, no início, o trabalho baseava-se em algumas pessoas, que começaram a visitar os doentes e sair às ruas, com um álbum de fotos dos pacientes, procurando ajuda para salvar vidas, hoje ela é referência nacional no tratamento oncológico.

A instituição conta atualmente com dois lares, um para idosos e outro para crianças, e dois hospitais.


1971 – Criada a Associação dos Amigos do Hospital Mário Penna, com a missão de prover a instituição dos recursos necessários a uma subsistência adequada. Até aquela época, o máximo que se podia fazer era proporcionar conforto moral aos pacientes em fase terminal.

1974 – O professor catedrático da Faculdade de Medicina, João Baptista Resende Alves, se coloca à disposição do Mário Penna para prestar serviços e inicia uma ação médica permanente no local.

1974 – Um grupo de senhoras funda a Associação de Voluntárias, que passa a dar mais carinho e atenção aos doentes.

1975 – O Estado doa à Associação dos Amigos do Hospital Mário Penna (Lei 6572) o imóvel onde hoje se localiza o Hospital. No mesmo ano, com o dinheiro arrecadado por um festival de chope (cinco mil canecos vendidos) são obtidos recursos para a construção do primeiro bloco cirúrgico.

1976 – Começam a ser instalados Núcleos Regionais de Voluntários, que atualmente funcionam em 65 municípios mineiros, como postos avançados. Casos suspeitos de câncer são encaminhados para o Hospital Mário Penna, em Belo Horizonte.

1980 – Iniciadas as obras de construção do Instituto Mineiro de Oncologia, que depois se transformou no Hospital Luxemburgo.

1986 – Inaugurado o Hospital Luxemburgo, com os mesmos compromissos de respeito à vida, ética e competência do Mário Penna.

1986 – A Pastoral da Saúde inicia suas atividades.

1997 – Criado o Lar Célia Janotti, para acolher pacientes carentes vindos do interior de Minas ou de outros Estados, que precisam se submeter a tratamento oncológico em Belo Horizonte.

2000 – Surge a Fundação Mário Penna, que visa garantir a continuidade da excelente assistência social prestada pelos amigos e voluntários do Mário Penna e profissionalizar a administração. Como fundação, abre novos campos para a captação de recursos.

2000 – Instalado o Lar Januário Carneiro, com os mesmos objetivos do Lar Célia Janotti, mas destinado a crianças e jovens de zero a 17 anos, juntamente com seus acompanhantes.

2000 – Inaugurado o novo Hospital Mário Penna, amplo e funcional, dotado dos mais avançados equipamentos.

2004 – Com uma gestão profissional austera, firme, objetiva e evoluída, graças à união de esforços dos Conselhos e da alta direção, todas as unidades da Fundação Mário Penna passam a receber constantes melhorias funcionais, estruturais e tecnológicas. Treinamentos e especializações garantem o aperfeiçoamento e melhor capacitação do corpo clínico e dos funcionários de todos os níveis. O objetivo é humanitário: atender e socorrer – de forma cada vez mais ampla, eficiente e digna.

2005 – As principais ações de gestão em 2005 estão relacionadas na terceira edição do Jornal da Fundação Mário Penna.Clique Aqui.

 

AD.C