Durante anos, o jovem Flávio Henrique Cunha Neves, morador no bairro Santa Mônica (região da Pampulha),
cultivou uma longa cabeleira. Seu objetivo era deixar os cabelos suficientemente compridos para que, cortados, fossem oferecidos ao Instituto Mário Penna, para posterior venda a um fabricante de perucas. Há poucos dias ele esteve na Casa de Apoio Beatriz Ferraz, onde entregou à coordenadora Simone Penna Neves a sua inusitada e muito bem recebida doação.