Ediana – diagnosticada com câncer de mama.

04/10/2017 Por: Instituto Mário Penna Categoria:



Em outubro de 2015, a professora Ediana Alves de Figueiredo iniciou o tratamento de câncer de mama no Hospital Luxemburgo. Mas, até o diagnóstico, ela teve outros problemas na mesma mama.

Mesmo tendo acompanhamento de qualidade, a descoberta de um tumor deixou  a paciente abalada, já que a doença não havia aparecido nos exames. Ediana chorou, não entendendo o porquê do aparecimento do câncer.

No início do tratamento ela, que sempre teve cabelos compridos, apegava-se à esperança e mantê-los assim; por isso, não os cortou. “Um dia fui à consulta, toda metida, achando que estava abafando porque estava mantendo os cabelos e o médico me olhou e disse: não está bom, você vai chegar em casa hoje e cortar. Eu tentava manter o cabelo, mas ele ficava no travesseiro, no banho, em qualquer lugar”, conta Ediana.

Foi então que Ediana pediu à irmã, funcionária do Hospital Luxemburgo, que cortasse o restante. A irmã a atendeu e tirou fotos à medida que cortava, para que ela se adaptasse aos poucos ao novo visual.

Durante o tratamento, a professora passou por momentos bons e ruins. Recebeu o carinho de familiares, de pais de alunos, fez amizades e, também, perdeu algumas. Conheceu as enfermeiras da quimioterapia, as quais considerava como “anjos”, que sempre traziam alegria e animação para o momento de dor, e as Voluntárias do Mário Penna, que a ajudaram a enxergar uma beleza que ela não sabia que tinha.

Para a paciente, nos momentos difíceis é importante ter fé: “embora você não entenda, Deus pode usar um momento de dor para fazer um grande milagre, por isso é importante confiar”, destaca a paciente.

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