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Casa de Apoio Beatriz Ferraz inicia Coleta Seletiva de Resíduos

17/05/2019 Por: Instituto Mário Penna Categoria: Notícias Gerais



Em comemoração ao Dia Mundial da Reciclagem, 17 de maio, o Instituto Mário Penna iniciou a coleta seletiva de resíduos na Casa de Apoio Beatriz Ferraz (CABF). A iniciativa tem como objetivo reduzir a quantidade de resíduos destinados ao aterro sanitário, bem como reciclar e usá-lo para outros fins, como na confecção de artesanato que será produzido pelos próprios hóspedes da casa.

A iniciativa surgiu a partir da observação da coordenadora da CABF, Simone Penna, que percebeu a possibilidade de iniciar o projeto via Instituto Mário Penna, uma vez que a coleta seletiva não é feita no bairro onde está localizada a unidade. Para a analista da Gestão Ambiental, Natália Lá-Badié, responsável pela implantação, os benefícios vão além da coleta, em si. Para ela, o impacto maior é na conscientização das pessoas que passarão a pensar mais no assunto e a multiplicarem a informação para seus familiares e amigos.

A coleta seletiva já é feita nas outras unidades do Instituto, onde inicialmente os resíduos são classificados entre perigosos e não perigosos e, em seguida, entre recicláveis e não recicláveis. Dentro desta classificação, são encaminhados para reciclagem papeis, sucatas, eletroeletrônicos, plásticos, óleos de cozinha e óleos lubrificantes, totalizando 13% ao mês do total de resíduos comuns possíveis para reciclagem na instituição. De acordo com a Natália Lá-Badié, a venda do material reciclável das unidades é suficiente para arcar com os custos da destinação correta dos resíduos perigosos.

Conscientização

Antes de iniciar a coleta seletiva na unidade, todos os colaboradores e hóspedes da Casa de Apoio Beatriz Ferraz receberam um treinamento para entenderem a importância desse ato para o meio ambiente, que segundo Lá-Badié, no Brasil ainda tem muito a melhorar. De acordo com ela, no Brasil apenas 13% dos resíduos gerados são reciclados, enquanto em países como a Alemanha, apenas 1% do lixo produzido vai para aterros sanitários.

Bom Exemplo

Há quase 15 anos, o Brasil é campeão na reciclagem de latinhas de alumínio com um índice próximo a 100%.

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