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"Ontem, recebi minha alta depois de 7 anos de tratamento e acompanhamento dessa ótima instituição e toda a sua equipe."

Para esquentar o corpo e o coração

28/05/2019 Por: Instituto Mário Penna Categoria: Notícias Gerais



Regina Aparecida de Souza saiu de São Tiago, cidade do interior de Minas Gerais, a 202 quilômetros de Belo Horizonte, para acompanhar o irmão Carlos Trindade de Souza, que há três anos faz tratamento no Instituto Mário Penna. Para aguardar o resultado dos exames, ela passou a noite no hospital, porém, além do desconforto em não se deitar e dormir, Regina passou frio. Essa situação é vivida por vários acompanhantes que muitas vezes chegam de cidades do interior e não estão preparados para a mudança de temperatura, principalmente com a proximidade do inverno.

Nessa manhã (28/05), Regina recebeu emocionada das mãos das voluntárias da Pastoral da Saúde, Soraya Chaves e Marília Amaral, um cobertor que vai servir para acolher mais do que o frio, mas o seu coração. “A noite foi mal dormida, na cadeira, sentada e com frio, mas com certeza o cobertor vai me ajudar muito. Deus abençoe vocês”, disse.

A sensibilidade em observar o cenário e propor soluções partiu da Supervisora de Psicologia Hospitalar do IMP, Gizelle Mesquita, que passou a demanda adiante e logo foi abraçada pela Pastoral da Saúde do Hospital Luxemburgo. A mobilização promovida por voluntárias da pastoral aconteceu foi realizada por meio do WhatsApp e já arrecadou mais de 50 cobertores em uma semana beneficiando acompanhantes de pacientes do SUS em tratamento no Hospital Luxemburgo.

De acordo com a psicóloga, os acompanhantes são considerados pacientes de segunda ordem e, por isso, merecem uma atenção especial dos profissionais. “Nós precisamos ter um olhar diferenciado para esses acompanhantes, pois eles adoecem junto com os familiares. Um cuidado humanizado e um olhar solidário, como entregar um cobertor, proporciona a esses acompanhantes um bem-estar emocional e uma segurança em estar na nossa instituição, logo favorece a recuperação do paciente”, explica a psicóloga.

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